Glow in the dark ontem tava assim
(Source: bythegoddess)
Glow in the dark ontem tava assim
(Source: bythegoddess)
(Source: bloodydifficult)

“Gimme that. All right, you look like a future pedophile in this picture, number 1. Number 2: it doesn’t even have a first name, it just says “McLovin”! ”
(Source: luckywordsdontbleed)

Se existe um cantor que consegue expressar partes importantes da minha vida amorosa (risos) é esse cara, um dos poucos cantores que conseguiu ter uma banda estupidamente foda e que conseguiu ter uma carreira solo mais foda ainda, amado por muita gente e provavelmente odiado por mais gente ainda, o pai (?) do indie Steven Patrick ‘Irish Blood, English Heart’ Morrissey volta ao Brasil e dessa vez eu estive lá para presenciar.
Coisas que só a fila de shows nos proporcionam. (se quer ler só sobre o show pule essa parte)
Metade da graça de um show é ficar horas na fila sobrevivendo de salgadinhos que te deixam com sede e se divertir com as pequenas coisas da vida que você não encontrara em outro lugar e na fila do Morrissey não poderia ser diferente.
Cheguei umas 4 horas da tarde na fila, localizada em frente ao Espaço das Américas que estava com as calçadas em obras ou seja a fila tava quase no meio da rua, até ai tudo bem se não fosse a chuva que estava chegando, comprei a capinha de chuva (protetor de chapinha) que normalmente custa 0,50 centavos por 5 dilmas, 2 pingos de chuva depois já estava 10 dilmas. Depois uns amigos meus chegaram e ai a chuva apertou e fizemos um ótimo negocio de 3 capas por 11 dilmas (pela técnica persistir até o outro desistir).
Tudo beleza aguentando a chuva, as obras da calçada já formando uma correnteza classe IV, até que um cara Pernambucano (ele fez questão de falar que era pernambucano) chegou pedindo dinheiro a gente não deu e ele ficou botando medo na gente falando pra gente lembrar da fisionomia dele, que ele iria revolucionar e que iria aparecer no Datena e matar alguém e que hoje a gente estava curtindo mas amanha… e ainda terminou o discurso com um “desejaria que deus abençoasse vocês mas vocês não tem deus no coração” e desapareceu na multidão da chuva.
Depois de ficar com o sapato encharcado a fila andou, entramos molhados num lugar com ar condicionado e o perigo de uma pneumonia só aumentava.
KristeenYoung
Nunca tinha escutado falar dessa cantora, mas botei fé de que se o Morrissey escolheu a dedo, ela deveria ter algo de legal a mostrar, ela subiu aos palcos as 20h10, junto com seu teclado. Ela até que me agradou bastante com uma mistura de Björk com PJ Harvey, com coragem e animação, afinal não é fácil você estar em um palco com seu teclado cantando pra uma multidão que não te conhece, que quer que seu show acabe o mais rápido possível e mesmo assim agradar bastante gente. Após uns 30 minutos de muito barulho KristeenYoung saiu do palco e enquanto a galera esperava ansiosamente por Morrissey na tela do palco estava passando vários clipes antigos, que por mais legais que fossem acabaram se tornando muito cansativos (teve até New York Dolls).
Morrissey
Sem muito atraso Morrissey entrou no palco com sua banda e lançou um “Oulá Saum Paulou” e todo mundo vibrando, pois o espetáculo estava para começar. O set list sem nenhuma diferença dos outros shows brasileiros agradou a grande parte dos presentes, mesmo assim muitas musicas da carreira solo como “Suedehead”, “Irish Blood, English Heart” e ”That’s How people Grow Up” alem de musicas do The Smiths como “The Boy With The Torn In His Side”, “Ask” e “This Charming Man” ficaram de fora, porem a galera cantava a maior parte das musicas e apreciava um espetáculo que o ex-Smiths fazia no palco, mostrando que idade não é pretexto para não continuar a fazer o que gosta. Morrissey andava pelo palco fazia gestos para o publico e entre as musicas falava com a galera as vezes soltava um Gracias, outras vezes soltava um Obrigada.

Começando o show de forma animada a primeira musica foi “The First of The Gang to Die” (spoiler alert Hector morre primeiro), seguida de “You Have Killed Me”, “Black Cloud”, “When I Last Spoke to Carol”, “Alma Matters” a sexta musica foi um clássico dos Smiths “Still Ill” e foi nessa que realmente o publico se mostrou entrosado com o cantor e soltaram a voz. Com um ritimo um pouco menor veio “Everyday is Like Sunday” que a galera cantava em coro o refrão e Morrissey fazia umas “piadas” em relação à letra da musica (afinal era domingo e todos queriam estar ali ao contrario do que diz a letra). Continuando com “Speedway” e depois animando a galera com “You’re The One for Me, Fatty” e “I’ll See You In Far Off Places”
A Banda de apoio se mostrava muito competente e seguia o ritimo do cantor e dava um show à parte nos solo principalmente em “Meat Is Murder” onde Morrissey aproveitou para fazer uma critica a visita do Príncipe Harry falando que ele só esta aqui para pegar nosso dinheiro e que deveríamos dizer não para ele. Mesmo discordando do teor pró-vegetarianismo da musica foi um momento de grande ecstasy do publico, depois de “Ouija Board, Ouija Board” veio o sexteto de musicas formado por “I Know Its Over” (que aposto que fez muita gente chorar, ou ao menos cair aquela lagrima lateral), seguida de “Let Me Kiss You”, onde Morrissey tira sua camisa e todos gritam, ”There is a Light That Never Goes Out”, “I’m Throwing My Arms Around Paris”, “Please, Please, Please, Let Me Get What I Want” numa versão mais lenta porem com um final um pouco mais agressivo e emocionante, terminando o show com “How Soon Is Now?”. O Bis ficou por conta de “One Day Goodbye Will Be Farewell”
E assim Morrissey com seus 53 anos encerrou sua vinda ao Brasil com um show sem problemas, simples e curto porem muito bom, com pequenos problemas de som e com o único problema que realmente vale ressaltar: A falta do telão que estava lá somente para enfeite já que não foi utilizado, de resto os fãs não podem reclamar e esperam que esse show não seja um Farewell e que ele volte para que os fãs façam a festa novamente.

(Source: victari0ngreyjoy)
(Source: drake-ramoray)
You don’t throw your life away
(Source: antibeatboxband)
The Thin Red Line, 1998 (dir. Terrence Malick)

(Source: thatfilmdudekalen)
(via takeafuckingsh0wer)
um simples narrador em 1ª pessoa, já fui rockeiro, já fui metaleiro, já fui punk, já fui indie, já fui grunge, já fui rotulador e já fui rotulado, hoje aprecio musica, sou cinéfilo, nerd, toco baixo, desafino na cantoria do banho, arranho os basicos do violão, uso a primeira roupa que pego da gaveta, escrevo musicas inteiras nas carteiras, ironico, realista, paranoico, minha mente diverge das minhas ações, sou um pouco de tudo, faço piadas à lá Chandler, sou magrelo e nerd igual Peter Parker, sou pessimista igual Roscharch, minha mente é mais legal estilo Tyler Durden, viajo na minha propria cabeça como JD, minha vida é mais para uma tragedia do que para uma comédia como Harold Cric, qualquer semelhança com Tom Hansen é mera coicidência.